quinta-feira, 3 de maio de 2007

O QUE FALAR?

PSB O PSB estadual desconhece direção constituída em Cachoeira do Sul (“PSB quer secretaria inteira de Marlon”, JP de 27/4). O partido teve suas atividades encerradas devido ao longo período de inatividade política (dois anos) , não existindo órgão que possa representar legal e politicamente o PSB na cidade. Filiados citados na matéria manifestaram-me indignação com as informações e afirmações de Rangel Maus e Eduardo Minssen. Se esses senhores, individualmente, quiserem compor o Governo local, basta afastarem-se do PSB. Entretanto, utilizar-se do PSB para atender seus anseios pessoais é no mínimo estranho. Carlos Vollmer Secretário de organização do PSB/RS Porto Alegre (RS)
Não pode haver tratativas por parte do PSB em âmbito local, pela inatividade do partido em Cachoeira há dois anos. Não existe a possibilidade de ingressar no Governo Municipal sem que haja a discussão prévia em âmbito de diretório estadual. Ely Marciniak, Rejane Lima, Paulo Fortes e Edson B. de Souza Cachoeira do Sul (RS)


Estas duas cartas, publicadas no JP do dia 3 de maio de 2007 devem ser absorvidas ou como ridículas ou como o cúmulo de má fé. Se não vejamos:
1) Ely Marciniak, Rangel Maus, Arli Teles e Édson Souza, além de mim, é lógico, fizemos uma reunião em meu escritório há cerca de duas semanas atrás. Na ocasião, relatei que o governo Marlon me procurava insistentemente para fazer uma coligação. PERGUNTEI CLARAMENTE: Como devo tratar o caso? Após muita conversa, POR UNANIMIDADE, deliberaram que o PSB só entraria no governo Marlon se obtivesse uma secretaria inteira, não por cargos, mas por que seria a oportunidade do partido mostrar uma capacidade administrativa una, coesa. Por justiça, somente Arli Teles e eu dissemos claramente que não almejávamos cargo nenhum, em qualquer esfera.
2) Também por justiça, não tenho a certeza se dito pela D. Ely ou pelo seu Arli, foi repassado a todos que o Paulo Fortes, impossibilitado de comparecer, concordaria com o que a maioria decidisse. Rejane Lima não compareceu a reunião. Por isto não tomou posição e é a única que tem legimitade de dizer qualquer coisa sobre o tema.
3) Não faço parte da Comissão Provisória local. Logo, competia e compete aos senhores e senhoras que compõe esta instância a resposta ao Diretório Estadual sobre legitimidade ou não de qualquer atitude partidária em Cachoeira do Sul. No entanto, cumpre-me dizer ao senhor Vollmer que somos tratados como partido pelo próprio PSB, quer por cartas, telefonemas, etc.
4) Não reconheço, em qualquer nome acima citado, a mais tênue legitimidade em fazer qualquer citação ou ilação ao meu nome. Estão sendo falsos e desonestos. SÓ SEGUI CONVERSANDO COM O GOVERNO MUNICIPAL POR QUE ELES AUTORIZARAM! REFORÇO O QUE JÁ ESCREVI NESTE BLOGG, NO ORKUT, NO JP E NO DIÁRIO DE MARTE: NÃO QUERO, NÃO POSTULO, NÃO ALMEJO NENHUM CARGO PÚBLICO, EM QUALQUER ESFERA DE PODER. Logo...
5) Ao encaminhar amanhã no Cartório Eleitoral a minha desfiliação do único partido ao qual pertenci, quero lembrar aos citados e à comunidade de Cachoeira do Sul que:
a) Fui um dos fundadores do PSB local, a convite do prezado Fúlvio Celso Petracco;
b) Representei Cachoeira do Sul e o Rio Grande do Sul no I Congresso Nacional do PSB, em 1986, ao lado de preciosidades, como Adelmo Simas Genro, Fúlvio Petracco e outros.
c) Representei todo o PSB do Rio Grande do Sul na posse do então Prefeito do Rio de Janeiro, Saturnino Braga, no Partido;
d) Marchei sempre só nesta cidade, sem nunca uma palavra de apoio partidário: Ação Popular pela retomada do terreno do atual IMEC, contra ACI e Prefeitura Municipal; na campanha municipal passada, representei eleitoralmente contra a candidatura oficial e o Jornal O Correio
pelas pesquisas expúrias, etc, etc.
Portanto, não será nenhum vaqueano das nulidades que vai ditar comportamento para mim. Até porque, tudo o que conversei, não foi visando o mais absoluto proveito próprio e sim uma DESIGNAÇÃO QUE CLARAMENTE ME PASSARAM. Tenho a certeza de que o Rangel Maus e o seu Arli podem perfeitamente abonar o que eu digo.
Eduardo Minssen

6 comentários:

Unknown disse...

Parabens Minsen, palvras breves e bem colocadas. Esclarcedor este comentário..

EDUARDO MINSSEN disse...

Obrigado, mas não vou deixar machar um dos poucos orgulhos que tenho: sou incomprável e ninguém me põe buçal!

Mico Vargas disse...

- Espero que a desfiliação represente apenas um rompimento partidário, mas que a ideologia, esta permaneça como está grafado na sigla.

Zane e Dáda Guimarães disse...

Raros os homens comprometidos com a verdade e que mantém a ética e a honestidade como bússola norteando sua vida.

EDUARDO MINSSEN disse...

Mico, Rosane:
Obrigado pelas palavras. É óbvio que não mudei, não há por que fazê-lo.
Nem motivos, nem vontades...

EDUARDO MINSSEN disse...

Mico, Rosane:
Obrigado e não há por que mudar , uma vírgula. Por dinheiro algum...